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Citação bibliográfica

 

Argel, M., 2002. Pardal (Passer domesticus). In: www.marthaargel.com.br. Acessado em [data do seu acesso].

 

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Pardal (Passer domesticus)

Ordem Passeriformes

Família Passeridae

Nome em castelhano: gorrión.

Nome em inglês: House Sparrow.

 

 

 

No Brasil, o pardal é uma espécie exótica, isto é, que originalmente não ocorria aqui. Ele foi trazido pelos colonizadores europeus, e conseguiu aos poucos se estabelecer em todas as cidades do país. Dentro da cidade, ocorre em qualquer tipo de ambiente, desde os parques bem arborizados até os bairros mais carentes de arborização, como zonas industriais, comerciais e áreas residenciais mal-planejadas e sem áreas verdes. Para passar a noite, reúne-se às centenas, em árvores grandes e de copa densa, onde fazem uma algazarra incrível.

 

 

Alimentação: seu alimento principal são grãos e sementes, mas pode comer bichinhos, frutinhos e brotos. Na cidade, além disso, aproveita restos de alimentos humanos e visita comedouros com quirera de milho e sementes.

 

Reprodução: faz ninho em buracos, naturais ou artificiais. Pode se instalar debaixo do beiral de telhados, em buracos nos muros, sobre traves em galpões e até dentro de tubos horizontais que sustentam semáforos e placas de sinalização. O ninho é esférico, feito com palha e revestido por dentro com peninhas. Nele são colocados 4-5 ovos.

 

Ambientes onde vive: no Brasil, vive apenas nas cidades e em sedes de fazendas. Às vezes vive dentro de grandes edifícios, como hipermercados e estações de ônibus ou de trens.

 

Distribuição: desde a época das grandes descobertas (séculos XV e XIX), o pardal foi levado pelos europeus para todo o resto do mundo. Hoje existe em praticamente todas as cidades do mundo. A espécie chegou ao Brasil em 1906, quando 200 exemplares foram trazidos de Portugal.

 

Algumas cidades paulistas onde ocorre: Barra Bonita,Cubatão, Ilha Comprida, Ipeúna, Itatinga, Marília, Osasco, Paulínia, Presidente Prudente, Rio Claro, São Paulo. Deve ocorrer em todas as cidades do estado.

 

 

 

 

Martha Argel

junho de 2002

 

 

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