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Citação bibliográfica
Argel, M., 2001. Andorinhão-do-temporal (Chaetura meridionalis). In: www.marthaargel.com.br. Acessado em [data do seu acesso].
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Andorinhão-do-temporal (Chaetura meridionalis) Ordem Apodiformes Família Apodidae Em vários livros é chamada Chaetura andrei
Embora não seja percebida pela maioria das pessoas, esta é a ave migratória que melhor marca a passagem das estações em São Paulo, pela regularidade com que some com os primeiros frios (primeira quinzena de abril) e ressurge quando a temperatura aumenta (fins de agosto, primeiros dias de setembro). Os meses de frio ela passa no norte da América do Sul. Parece-se com uma andorinha, mas tem asas muito mais estilizadas, lembrando uma foice, e voa com maior rapidez e elegância, e mais alto também. Os bandos são pequenos, com até umas quinze aves. É comum vê-la voando em grupinhos de três, que se perseguem e fazem manobras no céu. Constrói seu ninho em árvores ocas e, na cidade, dentro de chaminés e no forro de casas. Alimenta-se de insetos voadores pequenos, em especial formigas aladas e vespas. É vista sobrevoando toda a cidade, mas especialmente áreas verdes e bairros arborizados.
Martha Argel 2001
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