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Citação bibliográfica

 

Argel, M., 2006. Beija-flor-de-peito-azul (Amazilia lactea). In: www.marthaargel.com.br. Acessado em [data do seu acesso].

 

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Beija-flor-de-peito-azul (Amazilia lactea)

Ordem Apodiformes

Família Trochilidae

 

Quase tão comum como o tesourão, este beija-flor não chama tanto a atenção das pessoas, talvez por ser menor, e por ter cores mais discretas. Além disso, parece ser mais tímido que seu parente maior, saindo menos da proteção da folhagem.

Seu ninho é uma tigelinha bem-feita, construída com paina, sementes plumosas e teias de aranha, e revestida por fora com liquens, sendo fixado com firmeza a um galho horizontal. Os dois ovos são incubados pela fêmea por catorze dias, e os filhotinhos permanecem 23 dias no ninho.

Visita flores para alimentar-se de seu néctar; em São Paulo, procura as flores de camarãozinho-vermelho, eucalipto, grevílea, ingá, malvavisco, paineira e sálvia. Também visita bebedouros com água açucarada, onde é muito agressivo contra outras espécies de beija-flores.

Ocorre por toda a cidade, tanto nas áreas verdes como em bairros residenciais com alguma vegetação arbórea.

Nota: desde que o texto acima foi escrito, em 2001, parece ter ocorrido uma grande diminuição nos números dessa espécie a cidade de São Paulo. Por exemplo, desde 2004 o beija-flor-de-peito-azul não é mais visto no bairro do Planalto Paulista, na zona Sul da cidade, onde anteriormente era observado praticamente todos os dias. 

 

Martha Argel

2006

 

 

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